segunda-feira, 30 de maio de 2011

Paixão literária entre outras histórias

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Eu acho que sei o momento de minha vida em que começou a minha paixão pelos livros. Talvez tenha sido desde de a mais terna idade, quando eu não sabia ler e minha mãe lia mil histórias diferentes para mim.

Eu lembro dela me levando na biblioteca e me mostrando os livros, ela sentava comigo nas almofadas coloridas e dizia para mim escolher uma história, qualquer história. Então, eu, na ala infantil escolhia um livro curto, enquanto ela segurava na sua mão o livro que havia escolhido para si, um livro que em minha cabeça, eu nunca conseguiria ler.

Sabe o que é mais incrível de tudo isso? A leitura construiu minha personalidade de uma maneira que sem ela, eu seria alguém totalmente inversa do que sou hoje. Não que eu seja lá grande coisa, mas convenhamos, a leitura muda as pessoas, para o bem, sempre.

Eu poderia inventar mil desculpas para meus momentos de não-fraqueza, que são os que eu deveria ser obviamente fraca, mas não me deixo curvar a certas coisas. Poderia ser algo que já é de minha natureza ou que já aprendi tendo a experiência de vida, mas a grande verdade é que a leitura é que fez eu ter a vontade e a capacidade de argumentar e lutar contra muitas coisas. A leitura.

E é por isso, que eu sempre tento fazer com que as pessoas gostem de ler, faz bem, é divertido, e faz com que você tenha algo a mais. Algo que só você pode ter, mil histórias diferentes, muitas memórias e a originalidade que serão sempre somente suas. Leiam.

sábado, 28 de maio de 2011

As dúvidas que me movem

              

Me pergunto várias vezes se o medo maior dentro de mim é a certeza de meu futuro imaginado ou a dúvida sobre o que serei.

Tem dias que acordo com absoluta certeza sobre aquilo que serei; uma jornalista, uma boa jornalista. Mas em outros me pergunto: "por que não outra profissão? É isso que quero realmente?".

E é a isso que me refiro, as duas coisas me dão medo. A primeira por que a certeza pode ser ilusão, e também por que essa profissão nunca irá dar certo na minha cidade. E a segunda, por que não gosto de não saber que escolha fazer. A vida é escolher. E essas escolhas dão medo. A vida, portanto, dá medo.

Escolher faz parte, já aceitei isso, mas correr atrás de algo que não tenho absoluta certeza? Não sei se sou capaz.

domingo, 15 de maio de 2011

Época de mudança



Tenho minhas fases com meu blog, do drama a comédia, da tristeza a felicidade, da estratégia ao trágico lixo cuspido que virou texto.


Ah, com toda a certeza eu tenho minhas fases.


Essa fase se chama "Vazio". Vazio por que não sei o que dizer. Vazio por que o que se repete muitas vezes no fim é nada. Vazio por que o "não sei" virou referência.


Mas a fase vazio também é algo. Oh, de fato é. E é querer preencher a mim mesma com a próxima época, a que virá.


Não me perguntem o gosto do vazio, outra época vem, e nela não falarei mais sobre o que é doce ou amargo, ruim ou bom. Sentimento não é comida.


Mas sei que tudo uma hora ou outra tem de ser digerido.


E como diria o Sr. Papagaio Mudo: "Não tenho vergonha de dizer que estou triste. Vergonha é não ter o que dizer."

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Personificações



Sabe todas aquelas dúvidas que você nunca quis ter? Pois sim, elas estão todas em cima de você neste exato momento.
Sabe aquele sufocamento que você sempre tem quando se engasga? Pois é, é isso que você sente agora, e está apenas colocando pra fora enquanto escreve.
Sabe o sentimento de impotência diante de algo importante para você - apenas para você - e mísero para os outros? Tente entender isso meu amor.
Sabe a personificação de alguém em sua mente? Jamais faça isso.

Beijos e mantenham contato, é alejungs@hotmail.com, me mandem quantos e-mails quiserem, eu estou aceitando opiniões mais inteligentes. Haha, brincadeirinha pessoal.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Descontrole


Um toque aqui, e outro ali. Deixar ser, deixar de ser. Querer mostrar discretamente o que jamais sentiu antes. Sair lentamente detrás do véu de medo. Interrogações. Dúvidas. Fingir que conhece, que sabe o que e quem é. Calar-se. Conseguir manter a fúria contida. Se descontrolar. Cuidado.

domingo, 8 de maio de 2011

Ao lado do que me faz sentir



Eu percebo que passei tempo demais embaixo do chuveiro quando todos os problemas desaparecem, e não quando minhas mãos enrugam.

Eu percebo que saudade pode ser sinônimo de paixão quando as lágrimas caem sucessivamente, e não quando estou ao lado do que me faz sentir.

Eu percebo que tenho temas de física para segunda somente no domingo a noite, e não em qualquer outro dia da semana.

Eu percebo que poderia ter dado um pouco mais de mim apenas quando já perdi a chance, e não quando tive a oportunidade.

Eu percebo que estou pirando quando vejo que deveria ter tido uma atitude digna, e não me escondido embaixo da minha casca de tartaruga.

E eu só queria estar ao lado de quem me faz sentir.

Texto fictício 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A minha semana em poucos detalhes



Fiquei até com vergonha de aparecer por aqui, uma semana sem postar nada é muito, muito feio. A verdade é que minha semana anda agitada, são coisas simples, mas que eu quero fazer, o que me deixa atordoada, pois nunca sei o que fazer primeiro!

Essa semana li "A escrava Isaura" e comecei a ler "Memórias Póstumas de Brás Cubas", isso como "estudo", por prazer eu li "Nosso Último Verão" da Ann Brashares, que é muito bom, e agora estou lendo "Tentada" da P.C. Cast e Kristin Cast.

Comecei a olhar um seriado chamado Game of Thrones, e cada episódio tem uma hora (!) de uma nova aventura. E estou penando pra ter um tempo de olhar Castle, que é uma série maravilhosa!

Também fiz essa semana o cadastro em um site chamado busuu.com (fikdik), foi feito para pessoas que querem aprender outras línguas gratuitamente e conhecer pessoas de outros países. E viajando por ele, conheci a Mathilde, da França, mas que também fala inglês, faz três noites que converso com a Mathilde, ela é muito paciente e querida, por que sejamos sinceros, meu inglês é uma porcaria (por enquanto). Concluímos que perdi bastante tempo pensando na francesa e falando com a francesa.

Alguém conhece a banda Cachorro Grande?



Bem, ela vai estar aqui na minha cidade dia sábado de noite e eu vou ir no show, leia-se "COM QUE ROUPA EU VOU?!" haha. Já comprei um vestido cinza com rendas, uma ankle boot e uma meia calça fumée, vou ir bem cat. Mas meu sexo é o feminino e noiei muito até comprar a roupa (ontem).

Uma amiga minha havia comprado pra mim o ingresso do show, e ainda não havia me dado, hoje de tarde no vôlei, ela me entregou o ingresso e eu fui pra casa a pé, com o ingresso na mão.

Perdi.

Fiz quase 2 km caminhando tentando achar o maldito, quase me estrangulei, fiz o caminho de novo e de novo, até que... Papai me encontrou de moto e disse: "Sobe aí que a gente vai comprar outro".

Tuuuudo bem... Não foram essas palavras exatamente, havia alguma negatividade no ar: "Tu não vai achar o ingresso Ale, alguém já achou, sabe onde tem outros pra vender?".

Eu sabia. Óbvio.

E esse é meu grand finalè, tenho ingresso, tenho roupa, uma amiga francesa, e um seriado pra olhar. Não esquecendo, que alguém dos 40.000 habitantes da minha cidade se deu bem, e vai entrar grátis em um show neste final de semana.

Beijinhos, Ale.

P.S.: Se esse alguém puder, por favor, mande uma nota de agradecimento. Atenciosamente, Alessandra.
P.S.²: O que eu vou fazer no meu cabelo?? Eu estava pensando em tranças... Tem que ser algo atado, pra mostrar a renda do vestido. Ideias sempre ajudam...
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