quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Tchau 2010, oi 2011!

Tchau 2010, eu quase vejo você partindo no horizonte. Lindo, mas entristecedor.
2010 vai ser 10, foram essas minhas palavras para esse ano, mas como vocês sabem nem tudo pode ser cem por cento.
2010 foi de certa forma o ano das descobertas, mesmo sem ser essa a intenção.
Eu conversei com pessoas de quem não gostava e percebi que eram maravilhosas.
Eu achei que meu coração era indomável, e a verdade é que ele pode ser preso se eu quiser isso.
Eu não fui tão intensa quanto em 2009, soube me segurar e não chorar demais, ou rir demais. Me repreendi muito em alguns momentos. Me achei tola e inconveniente, mas não demonstrei.
Descobri que ninguém é tão bom a ponto de não ter nada que faça os outros se sentirem constrangidos, e que doenças são feitas para serem curadas.
Me distanciei de algumas pessoas sem ser essa minha escolha, mas entendi o significado disso.
Me distanciei de outras pessoas por escolha própria, para não jogar fora todos os anos que passamos juntas.
Ri de coisas sem sentido, fiquei com todos os músculos tensos por horas a fio. Estudei por competição e errei por exaustão.
Fiz 15 anos, me mudei, comecei a comprar livros, deixei meu cabelo crescer, não aprendi a controlar minha raiva, engordei 5 kg, emagreci os mesmos, engordei mais 1 kg, li muito, quase esqueci do meu blogger, joguei vôlei, virei uma boa levantadora, ganhei medalhas, espaireci correndo, e briguei com minha irmã.
Em 2010 eu fui colega de aula de pessoas diferentes, e algumas vezes me senti deslocada, o que é fácil para mim, gosto de estar sozinha.
Revi uma amiga distante, e adorei. Vi de novo uma amiga de perto, e odiei. Não me arrependi por algumas escolhas bobas, e achei por milésimos de segundo que eu havia encontrado alguém.
Dei bons conselhos, mas esqueci de seguir os mesmo para minha própria vida.
Eu disse que nada podia ser perfeito, e  é verdade, nada vai ser dez por cento bem sempre. Algumas vezes erramos, ano passado foi um ano mais triste que esse. Eu era intensa demais, e até certo ponto desse ano eu vivi dessa maneira; ou eu amava, ou odiava. Que coisa mais errada, existe sim um meio termo, acreditem!
Meu ano foi bom da maneira que poderia ser, a verdade é que tenho medo de errar, e então eu não faço as coisas que me vem a cabeça. Não converso com quem não conheço e finjo que sou invisível.
E nisso está o meu maior aprendizado do ano: aprendi a ficar sozinha em lugares públicos sem me sentir constrangida ou na solidão. Refletir é bom!
Enfim, que o 2010 de vocês tenha sido maravilhoso e que o 2011 venha a ser mais ainda.
E que esse ano novo vocês possam sorrir como se não houvesse amanhã, e que façam planos como se não tivesse ocorrido erros no passado. Despertem a criatividade dentro de cada um, e deixem que tudo que existe de melhor saia para ser apreciado.
Um feliz 2011!

Com o maior amor, Alessandra Jungs de Almeida

Rafael, Jessica, Gabriela, Júlia H., Brendha, Andrei e
eu com o fiozinho
Jolee (lê-se Joli) e eu. Valeu Josiane Letícia!
Elisabeth, Alana, Fernanda, Júlia C., eu - Alessandra, Juliana
e a Mariana fofinha de vestidinho!

Por  esse 2010 maravilhoso agradeço aqueles que estiveram comigo e me apoiaram. Não vou dizer nomes, quem me apoiou sabe se o fez.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Dois anos de blogger!


Escrever aqui não se trata de inspiração ou me sentir de bem com a vida, eu abro a nova postagem e só flui, como uma vertente de água.
Ultimamente tenho parado de escrever por que refleti bastante em respeito a esse blogger; ele fez dois anos essa semana, tem 321 textos, com tantos pensamentos meus, tantas reflexões, decepções e alegrias, que chega a um ponto em que a vergonha me toma.
Percebo claramente a infantilidade em alguns textos, em outros me admiro com minhas próprias palavras. São dois anos em que coloco aqui minha vida - muitas vezes abertamente - para os outros lerem se quiserem. E sabe o que é? De repente fiquei com vergonha disso!
Tenho medo do que escrever, de quem vai ler, do que vão pensar, e então eu simplesmente resolvo não escrever nada. Por que é mais... seguro.
Cheguei ao ponto de pensar em excluir o "Pensamentos de Uma Banana Transgênica", mas eu  não seria tão maléfica com minhas próprias palavras, seria como jogar tudo fora, horas de minha vida no lixo. Me arrepio só de pensar.
Então trouxe a tona a ideia de tornar o blogger privado, outra coisa que seria ridícula, pois ninguém escreve pra ninguém!
E isso é sério, até mesmo os diários são feitos para serem achados - acreditem.
Em virtude do aniversário do blogger (e já agradecendo ao google por esse novo poder haha) vou colocar as estatísticas das 10 postagens mais visitadas, nesses dois anos:

1. Mark Zuckerberg, o Mr. Facebook com 1.210 visualizações.
2. Diversidade com 555 visualizações.
3. Personalidade: Annie Leibovitz com 504 visualizações.
4. Personalidade: Helena Bonham Carter com 503 visualizações.
5. Lady Di com 374 visualizações.
6. O mapa do tesouro com 369 visualizações.
7. A dúvida com 322 visualizações.
8. O jasmin do meu jardim com 285 visualizações.
9. Uma dose de tudo que há de melhor com 184 visualizações.
10. 500 dias com ela com 123 visualizações.

Como vocês podem ver o filme "A rede social" tem feito um marketing pro meu blog, hehe.
O resultado de tudo isso é que vou continuar com esse blogger, só terão que me desculpar se de repente faltar palavras para identificar uma ação. Pode ser que na verdade seja essa a intenção: não falar do que se trata, esconder, para você não ter uma reação.
Obrigada então, agradeço a atenção, mesmo com toda essa rimação!
Ah, e parabéns pro "Pensamentos de Uma Banana Transgênica" e pra mim, por fazer ir adiante.
Beijos e até mais!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Conto de natal das Ilhas Cayman

Dezembro é um mês quente nas Ilhas Cayman, lá faz sol o dia inteiro e os poucos papais noéis tentam se refrescar tomando suas águas cada vez mais quentes.
Os turistas que vão pra lá nessa época de festas, são os que não tem família ou estão com toda a família, e quase não existe meio termo. 
Existe uma explicação racional para os poucos papais noéis, além do calor, eles são em número pequeno por que os turistas querem na verdade fugir de todo o paganismo natalino, os nativos respeitam. Ou tentam...
Nas Ilhas Cayman existe um acordo tácito entre turistas e nativos, "não pergunte de onde nem por que venho, e eu molho a sua mão". Existem pequenos bares espalhados pela capital; George Town.
Em George Town as raças se misturam, sem nenhum tipo de distinção. A arquitetura é fantástica em alguns pontos e todos os seu habitantes chamam a atenção pelo carisma tradicional. Tudo isso reunido foi o que chamou Khira para suas férias de natal até as Ilhas Cayman.
De descendência árabe mas de origem estaduniense, Khira tinha um olhar castanho misterioso, intenso e profundo. Seus cabelos eram curtos, num estilo bem moderno. Estava sozinha em um dos muitos bares de Geoge Town.
O sol começava a se por, mas o calor ainda era latente, os turistas passavam na rua voltando para seus hotéis ou pousadas. Khira observadora, viu o sol descer até sumir. Como se estivesse esperando apenas por isso para pagar a conta e ir embora.
O bar estava lotado, e Khira queria ficar sozinha, tinha uma mesa só pra si, mas precisa de mais privacidade, para pensar. Seu noivo trabalhava num shopping como papai noel em todos os natais, ele largou Khira por uma mulher chamada Lisa, ela era a elfa do papai noel. A mamãe noel ficou chupando dedo...
Estava prestes a levantar quando um homem sentou-se em sua mesa. Khira ainda estava sentada, então, por que ele sentara ali?
Ela não queria ficar para saber, ele não tinha cara de muitos amigos. Khira pegou sua bolsa, deu uma última olhada para os olhos do homem, e se levantou.
- Não precisa ficar brava, vi que você já estava preparada para sair.
Khira ameaçou falar algo, mas calou-se, falar o que afinal?
- Desculpe se te incomodei moça, o dia hoje foi cansativo, e não estava com vontade de esperar uma mesa - ele sorriu caloroso - eu saio daqui se você quiser.
Khira sentiu o orgulho ferido sendo reconstruído, precisava descontar em alguém sua dor, se fosse homem, melhor ainda.
- Sim, é isso que eu quero. - Ela sorriu com maldade, e sentou-se novamente.
- Eu sei que você não quer ficar aqui - ele aproximou seu rosto do dela.
- Quero isso tanto quanto você - ela aproximou-se também.
- Ok - ele disse - vamos dar uma volta - ele ficou de pé tão rápido que ela não teve tempo para pensar ou responder qualquer coisa.
Khira estava confusa, quem era aquele homem para decidir o que ela deveria fazer? Não aguentava mais essa ladainha infantil.
- Com licença - respondeu Khira levantando-se. Ela deus as costas para ele, pagou sua conta e saiu, sem olhar para trás, ou se arrepender.
Fora do bar vinha uma leve brisa do nordeste, fazendo com que Khira se arrepiasse e abraçasse a si mesma, sua saia branca até os pés balançava, as rasteirinhas vermelhas se confundiam com a calçada escura. As lojinhas na rua da praia tentavam vender de tudo e mais um pouco. Mulheres e homens, de todos os tipos, vendendo suas quinquilharias, ao bel prazer de quem quisesse.
Até que uma mão a tocou no braço, ela se assustou e tentou se soltar, mas parou ao perceber quem era: o homem do bar.
- SOCORRO! TEM UM HOMEM ME AGARRANDO, SOCORRO! - Khira gritou com toda a força que podia.
Os vendedores das lojas olharam e sorriram maliciosos, os turistas simplesmente ignoraram.
- Calma, calma - o homem falou - eu só quero conversar.
Ela olhou para ele, dos pés a cabeça, notou em sua mão uma roupa vermelha e uma barba falsa branca, segurou um riso irônico e voltou-se para ele ainda abalada pelo riso dos vendedores.
- Tudo bem, a gente conversa, mas antes uma pergunta: Por acaso você é um papai noel?
Ele olhou para ela surpreso, e depois para suas mãos. Quem era aquela mulher afinal?
- Sim, nas horas vagas sou papai noel submarino, e meu nome é Lionel, prazer.
- Prazer, sou Khira. - ela deu sua mão para ele - Lionel, pode, por favor, me explicar por que todos riram quando pedi socorro?
- Por que todos os que riram me conheciam.
- Então você agarra muito as mulheres na rua? - ela perguntou tentando soar engraçada.
- Só ao ponto de elas gritarem.
Os dois riram, e continuaram conversando, por uma hora, um dia, um ano, quem é que sabe?


Malásia

Um mergulhador vestido de Papai Noel alimenta uma tartaruga-marinha no Natal de 2009 no parque submarino Aquaria em Kuala Lumpur, Malásia.
Créditos: AP Photo/Lai Seng Sin
FEEELIZ NAAATAAL MEEUS QUERIDOS!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Então, é natal

O pinheiro natural aqui de casa e eu :)

Já é 21 de dezembro, agora falta pouco para o Natal. Quando eu era criança esperava por essa data o ano inteiro, fui ansiosa na infância, tanto quanto sou hoje.
Eu me perguntava o que eu iria ganhar, se o Papai Noel viria ou se ficaria bravo por algo que fiz no decorrer do ano. Eu acreditava muito em Papai Noel, tudo que é fantasia me animava e ainda me anima.
O que me faz lembrar que muitas crianças no mundo não tem essa chance de sonhar na infância. Eu gosto de pedir coisas boas antes do Natal. Faz eu sentir que esse blogger, não é algo tão fútil.
Então, para começar, vou pegar um trecho de um livro que estou lendo:

"— Mas por que não? Os médicos são humanos, eles se enganam. — Eu tinha perdido a conta de quantas vezes minha mãe desconsiderava as opiniões de um colega supostamente renomado: “Aquele ali? Eu não o consultaria nem para tratar uma unha encravada!”. Mas Ozren só balançou os ombros e não me respondeu.
— Você tem as imagens de ressonância magnética dele, ou pelos menos tomografia? A imagem por ressonância mostra muito mais, ela...
— Cale-se, Hanna, por favor. Eu disse que não.
— Engraçado — falei —, não consigo imaginar você acreditando nessas baboseiras,  insha’Allah, mentalidade fatalista.
Ele saiu da cama, deu um passo em minha direção, segurou meu rosto entre as mãos e se aproximou tanto de mim, que seus traços de zanga pareciam até fora de foco.
— Você — ele disse; e a voz mais parecia um sussurro contido. — Você é que é consumida por baboseiras.
Aquela súbita ferocidade me assustou. Eu me afastei.
— Você — ele prosseguiu, agarrando meu punho. — Todos vocês, do mundo seguro, com seus  air bags, e suas embalagens hermeticamente fechadas e suas dietas livres de gordura. Vocês é que são os supersticiosos. Vocês se convencem de que podem tapear a morte, e se sentem absolutamente ofendidos quando descobrem que não podem. Vocês ficam sentados em seus apartamentos confortáveis e assistem à guerra, e nos vêem sangrando, pela televisão. E pensam: “Que horror!”, e depois se levantam e tomam outra xícara de café expresso.
Estremeci quando ele disse aquilo. Era uma descrição corretíssima. Mas ainda não havia acabado. Ele estava tão zangado que chegava até a cuspir.
— Coisas ruins acontecem. Algumas coisas muito ruins aconteceram comigo. E eu não sou diferente de mil outros pais nesta cidade cujos filhos sofrem. Eu convivo com isso. Nem toda história tem um final feliz. Cresça, Hanna, e aceite isso."

 Geraldine Brooks, As memórias do livro, páginas 46 e 47


Isso que coloquei aqui explica claramente o que quero dizer, milhões de pessoas sofrem por milhões de problemas diferentes, e achamos sempre que o nosso problema é o pior. E a verdade é que não é algo errado, apenas nascemos em situações diferentes de outras pessoas espalhadas pelo mundo. 
Mas seria demais pedir para todos refletirmos sobre o que acontece ao nosso redor sem olhar para nossa unha quebrada ou nosso reflexo no espelho? É natal, e o correto é fazer isso: pensar no próximo.
Quando terminar de ler esse texto pense o quanto você vive bem, e o quanto você é feliz com sua casa não tão boa, ou suas roupas não tão caras. E se você os tem, melhor ainda. Pense o quanto você é feliz, simplesmente pense.
Por que eu sou feliz e sei disso.

UM FELIZ NATAL PARA TODOS OS MEUS LEITORES!
Que tenham muita paz, muitos sorrisos e alegrias e que o que há de melhor no mundo esteja ao lado de cada um.

Beijos, Alessandra Jungs de Almeida.

Momento único

Olhe para seus olhos. Olhe, eu lhe imploro. Tente observar, admire-a como se a sua vida dependesse desse olhar, desse momento. Toque-a, com desejo. Então beije-a.
Faça isso, e todas as mágoas serão esquecidas por um momento. E será um momento único.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Eu confesso - aprendi a ser mais doce.

Frágil, ela dizia que era, quem acredita?
Nem ele. Nem ela. Nem ninguém.
Mas ela chorava, por nada, por alguém, pelo tempo que passou sem ser notado. Ele não chorava, estava feliz.
E esses sentimentos opostos despertavam um temor interior nela que ele nunca entenderia, era uma raiva contida, uma raiva sem palavras, uma raiva sem ira, conhece?
Se conhece também nunca ninguém te entendeu.
Por que com certeza ninguém nunca a entendeu, tentaram, ela admitia, mas sem sucesso, o fracasso é como uma alma penada nessas horas, assusta, e queremos acreditar que não é real.
Frágil, e quem acredita?
Nem ele. Nem ela. Nem ninguém.
Poderia virar até refrão, se não fosse pela pobreza de palavras certas. Se não fosse tão clichê a ponto de ser nojento.
Poderia virar refrão, seria o parágrafo perfeito para a vida dela. Quem poderia dizer que não?
Você?
Acredito que não.
Frágil, ela dizia que era, sugeria que adivinhassem o que escondia. Uma caixa sem aviso, amassada, rasgada, coitada...


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Ideia absurda

Estava lendo o texto de um blog hoje de manhã, que tinha como final a seguinte frase: "E parabéns pra mim, que soube escolher tão bem lá em cima a família em que iria nascer".
Pensei sobre isso e acabei achando a ideia um tanto diferente e hilária. Imagine a situação, você no céu decidindo em que família nascer. Já pensei algumas vezes: "que merda essa minha família, podia ter outra mãe e outro pai", quem já não se pegou nessa situação?
Claro que não troco minha família por nada nesse mundo, mas então agora você pensa; como era a situação dos meus pais antes de eu nascer? Os dois solteiros, sem mais nenhum filho, sem casa, sem carro, vivendo numa várzea, por que eu escolheria eles? HAHA, hipóteses absurdas, quem sabe na minha vida anterior eu havia sido tão rica que não queria mais as coisas na mão. Brincadeira, sou católica (Y).
Queria só deixar essa ideia pra vocês moldarem da maneira que quiserem, e falando em ideia, vocês não tem ideia de como é legal ver alguém que eu não via a tanto tempo quanto a Alana, há dois anos, e agora ela está aqui de novo, ehe, felicidade!



P.S.: Eu não fiz o personalidade de ontem sobre uma pessoa má como havia dito em um texto, por que a achei que Jeannette Walls seria mais interessante, mas quem sabe a malévola venha mês que vem.
P.S.²: E parabéns pra mim, que soube escolher tão bem lá em cima a família em que iria nascer.
XOXO

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Personalidade: Jeannette Walls

Jeannette Walls

Quem já leu o livro "O Castelo de Vidro" sabe quem é Jeannette Walls.
Ela é jornalista, e escritora, ficou famosa depois de publicar o livro "O Castelo de Vidro" e ele se tornar um sucesso estrondoso no mundo todo. O livro é uma auto-biografia, onde ela conta a história de sua vida desde a infância até o segundo casamento.
São suas memórias, as memórias da família que aprendeu a criar finais felizes.

Livro "O Castelo de Vidro" de
 Jeannette Walls

Jeannette nasceu em 1960, em Phoenix, Arizona, EUA. A sua primeira memória era de ter pegado fogo, pois, com apenas três anos ela já fazia a própria comida. A bipolaridade da mãe é palpável em alguns momentos do livro, e o pai é um irresponsável boêmio que queria a própria felicidade, sem se preocupar com que seus filhos poderiam passar, e nem com os traumas que poderiam ter.
Em um momento do livro o pai dá a cada filho uma estrela como presente de natal, Jeannette escolhe Vênus:

"— Aquele é Vênus — disse ele. — Vênus é apenas um planeta bem chinfrim se comparado às estrelas de verdade. Ele parece maior e mais brilhante porque está muito mais perto do que as estrelas. O pobrezinho de Vênus nem produz sua própria luz. É iluminado, não luminoso, só brilha porque reflete a luz. — Ele me explicou que os planetas brilhavam porque a luz refletida era constante, e que as estrelas brilhavam porque a sua luz pulsava.

— Gosto dele mesmo assim — falei. Eu já admirava Vênus, mesmo antes daquele Natal. Dava para vê-lo já nas horas iniciais da noite, cintilando no horizonte, a oeste. E, se você levantasse cedo, ainda podia vê-lo de manhã, depois que todas as estrelas já tinham desaparecido.

— Ora bolas — disse papai. — É Natal. Você pode ter um planeta se quiser.

E ele me deu Vênus."


Podemos ver que apesar de tudo Rex, seu pai, era uma pessoa inteligente, que poderia ter se dado melhor na vida, e não virado um mendigo junto com sua mãe, Rose.
Jeannette, tem um irmão e duas irmãs, eles viviam como nômades, indo de cidade em cidade, estado em estado, seguindo seus pais, atrás de um nada.
As crianças passam fome, dormem em papelões, em trailers, casas alugadas, casas caindo aos pedaços, são humilhados, e vivem mal.
Até que em um momento de suas vidas os irmãos cansam da vida com os pais, juntam um dinheiro e vão de um em um morar em Nova York.

Jeannette Walls

Jeannette é a segunda a ir, aos dezessete anos ela parte da pequena cidade em que seu pai nasceu, e que eles moravam no momento, e vai para Nova York lutar ainda mais. Faz uma faculdade de Jornalismo e se forma com honras na Barnard College.
Depois que os quatro irmãos já estão lá, os pais não conseguem viver sozinhos, e os seguem, vivendo como mendigos, na grande Nova York.
Jeannette se casou uma com Eric Goldberg em 1988, e se divorciou dele em 1996. Logo depois conheceu John Tyler, um jornalista e escritor, com quem vive até hoje.

Jeannette Walls

Em meio a tudo isso Jeannette virou uma grande colunista de fofocas, e escreveu para várias revistas, se tornando conhecida. Um dia, antes de escrever "O Castelo de Vidro", Jeannette perguntou para sua mãe o que ela falaria se alguém perguntasse sobre sua excêntrica família, e sua mãe respondeu: "Basta dizer a verdade". E então o livro começou...
"O Castelo de Vidro" ficou por 100 semanas na lista dos Best sellers do The New York Times, vendeu mais de 1,5 milhões de cópias e foi traduzido para 16 idiomas. Logo depois ela escreveu sua primeira ficção: "Half Broke Horses: A True-Life Novel", sem tradução para o português, ainda.
Eu a admiro pela sua luta, coragem, por ir atrás de seus sonhos e principalmente por contar sua verdadeira história ao mundo. Quem puder ler o livro, por favor, não perca tempo.


Jeannette Walls em sua casa na fazenda, Virginia, EUA.


Sobre "O Castelo de Vidro" neste blog:


Mais personalidades aqui!

Vai um suco de laranja?

Estou ansiosa, uma grande amiga minha vai chegar da Bahia amanhã de manhã, faz dois anos que não vejo ela, e é bem triste pois cresci convivendo com a Alana. Estou curiosa, ela mudou? Como será que ela está? Vai dar tudo certo? Haha.
Que vontade de chorar quando eu lembro dela, mas de nostalgia, lembranças, felicidade. É um choro feliz, nada de tristeza essa semana, esse mês, esse fim de ano.
E falando em fim de ano...
2010 está acabando, e eu  logo, logo vou começar as resoluções de fim de ano e ano novo aqui no blog, é uma das minhas tradições de blogueira velha!
Falando em blogueira não tenho nenhum senso de responsabilidade, não é? Me esqueci de postar a seção personalidade ontem, mil desculpas, daqui a pouco posto. Já tenho alguém bem má em mente! MUAHAHAHA.
Pouquíssimos dias faltam pro verão. QUE DILÍCIA PESSUAL! Alguém quer um suco de laranja? Ou um pedaço de melancia?
Não quero dizer nada... Eu quero é piscina! Esses dias frios foram bons e tudo mais aqui no sul, mas ninguém merece isso em dezembro. Quero um sol de rachar pedra no meio.
E pra fechar isso tudo quero muita música boa e que me faça sentir bem:




Não há raiva, não há morte
Só arrependimento e amor
E disso tudo eu entendo muito bem

Das coisas que eu entendo - Nenhum de nós

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Paz...

É dezembro. É verão. É o mês da tentação. E ao meu lado tenho uma xícara quente de chá. Fez frio o dia inteiro, é estranho pra esse mês. Ontem choveu como a muito não chovia, e eu amei, eu amo chuva, mas mais que isso; eu amo o sol. Agora, as seis da tarde, é que ele começa a aparecer por trás das nuvens.
O sol esquenta meu quarto enquanto escrevo, isso é bom, me dá paz.
Vejo na minha frente todos os meu livros, falo com uma amiga que me conhece muito, que eu amo muito, isso me dá paz.
Comi uma bolacha de chocolate, junto com o chá é muito bom, esse frio faz com que eu me sinta confortável. Quanta paz...
Estou apenas de meias, no chão gelado lembra tanto o inverno, que nostalgia mais boa, que paz interior é essa que quero sentir?
Ouço "L'Excessive" da Carla Bruni, quanta excessividade... Não, a letra não é paz, mas o que importa? Carla Bruni é a paz na forma humana e isso já vale pelo texto inteirinho.
Não quero me decifrar, não neste momento, vou tomar um banho. Tomar um banho e deixar que a água leve tudo que decididamente não está em paz dentro de mim.

Carla Bruni

Eu sou excessivo,
Excessivamente alegre, excessivamente triste,
É, eu existo.
(L'Excessive - Carla Bruni - Tradução)




De qualquer forma você vence. E de qualquer forma você perde. O que posso te dizer? O amor é uma merda.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Eu posso voar

Me diz, me diz, me diz, me diz, me ame, ame-me, ame, ame-me, me salve, diga que vai me salvar, prometa-me.
Não deixe-me cair. Acho que não posso aguentar.

Imagem por Terra Kate -
Terra Kate flickr

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sorry, I'm a sad woman

Desculpe, a imagem do último post não merecia estar ali, havia um sorriso escondido no rosto da garota, só depois que notei. Mas como a fotografia é bonita vou deixa-la ali, mesmo contrariada. Não se passou dois minutos, meus sentimentos continuam os mesmos. Tento concertar o que fiz.
Sinto muito, dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, errei na escolha. Dói por dentro, tudo em mim. É uma dor que tem que ser colocada para fora de alguma maneira - por favor mamãe não leia isso - eu queria poder erguer os braços e gritar, na verdade eu posso, só não quero. Minha tiara me dá dor de cabeça, acho que vou tomar um banho.
Preciso limpar as coisas ruins em mim, falo como se fosse fácil. Hoje percebi que Carrie White tem uma inocência nojenta. O que faço para melhorar? Escrevo.
Mesmo que seja sem sentido como no parágrafo acima, eu só deixo minha mente me levar ao que eu quero sentir, e para onde quero ir.
Quero paz. Preciso disso. Preciso de uma foto de uma mulher triste também. Sad woman.
Achei uma asiática, uma chinesa, pela expressão ela também precisa de paz. Mais do que eu quem sabe. Me digam se condiz com o sentimento, não quero acabar com a honra dessa criança usando sua imagem para um texto doloroso sobre minha carnificina interna. Apago frases como se fossem lixo. Mas apago somente as verdades.

Secret Warchild por Ben
link: Flickr

P.S.: Leiam o que está escrito abaixo da imagem no link acima, vai fazer o mundo me odiar ainda mais.

"Apesar de a guerra acabar, será que essa guerra jamais deixa o coração desta criança?" 

Urgente

Me sinto triste. E preciso compartilhar. Não aguento mais meus próprios pensamentos, eles são maus, gostam que eu sinta dor e piore cada vez mais. Preciso de ajuda. Preciso...

Polaroid Portrait por Osvaldo Pieroni
Flickr

A briófita é pequena e sem sistema vascular

Não fui tão mal assim na prova de física, mas também não fui tão bem. Chora. Tinha uma questão que simplesmente não rolou, eu abri ela de todas as maneira possíveis, até dar mais ou menos certo. Mas no final acabei chutando entre duas alternativas, sabendo que uma delas era a certa.
Óbvio que chutei a errada, se não, não seria eu.
Amanhã tenho uma prova de biologia, e sinceramente se eu for mal não vai importar tanto assim - só pro meu ego não pro meu boletim.
Reinos me dão náuseas, filos, plantae, briófitas, pterodófitas, tudo, tudo, tudo envolvido. Não que eu odeie, só não me imagino usando ou guardando tantas informações futuramente. É, quem sabe o vestibular lhe lembre algo, Alessandra...
E realmente lembra, sinto muito, fui grossa com a biologia, não amo as células mas também não as desprezo, a gente convive, elas no meu corpo e cadernos, eu mais uma tentando entender como acontece a osmose.
Briófitas são avasculares, briófitas são avasculares, briófitas são avasculares, precisam de água, são um nojentas, são musgo! Musgoooo! Odeio musgo!
Enfim, viva a melhor professora de biologia  que já tive (salve a ironia na frase), e espero - do fundo de meu coração, com todo o fervor de minha alma - que amanhã seja a última vez que eu faça uma prova dela. E viva as professoras com menos de 30 anos, solteiras, que ainda podem dar pra todo mundo e acordar felizes pra dar aula de manhã.
Brincadeirinha pessoal, tem muita professora com mais de 30 anos, solteira e dando pra todo mundo.
HAHA, parei com isso, vou arranjar algo mais produtivo na minha vida. De ontem pra hoje li um livro de 396 páginas, isso não é saudável, e fez com que eu parasse de estudar física. Na real, ainda não senti o constrangimento nem a vergonha de fazer esse tipo de coisa, sei que vou ter informação o bastante quando o assunto chick-lit vier a tona, às vezes eu quase desisto da poesia, mas o fato é que também necessito dela pra viver.
OI MULTI-FACETAS, QUE TAL IR ESTUDAR?
I love anterozóide, sorry Oosfera.

Sou um musgo nojento, que tal?

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Minha inimiga, nem adianta bajular

Provas me deixam pirada, é fato. Já passei em todas as matérias mas insisto em querer enfiar a cabeça nos cadernos. Aliás, minha cabeça dói, lateja como se tivessem atirado um tijolo nela. Física me dá raiva, não existe amizade entre nós, ela é falsa. Meus números não fecham, e eu insisto em não ter lógica. Está em mim!
Mas eu prometo, pela minha sanidade, que até amanhã de manhã vou estar craque na jogada.
E isso não é engraçado! Quero chorar, quero um chip no meu cérebro com toda a matéria, NOW!

sábado, 4 de dezembro de 2010

O bege

Meu corpo não é poético, sei disso por que o corpo dela é. O corpo dela é poético, eu entendo isso por que meu corpo não é.
Ela me comove e me emociona. Ela me inspira, por isso pertence a poesia. Cada fio de cabelo dela faz uma dança ritmada com os sons ao seu redor, é um barulho oco, sem sentimento. Mas mesmo assim suas madeixas são poéticas, por que os fios tem algo que o da maioria das outras mulheres não tem: a poesia.
Já vi poesia sem sentimento, ontem mesmo enquanto escrevia notei que não era amargo nem doce, que faltava paixão, faltava ódio, faltava querer, não havia sensação ao ler aquilo, mas mesmo assim se chamava poesia. Era uma poesia neutra, uma poesia bege.
Ela tem poesia espalhada pelo corpo, eu poderia dar uma cor para ela, o que estou dizendo... Com certeza não teria como escolher apenas uma. Apenas seus cabelos seriam bege, bege amarelados como a tristeza doente de uma criança querendo viver. Seriam bege amarelados, como um chinês velho que veio para o Brasil.
Mas de suas pernas até seus olhos eu ficaria tonto com tanta cor. Minha percepção sempre foi fraca para lidar com a visibilidade, mas não ver a poesia nela, seria o mesmo que negar a vida. A vida do chinês velho, ou da criança querendo viver.
Seus pés são marrons, e não pensem que é por andar descalça. São de um marrom delicado e ela tem as unhas bem feitas. Choro as lágrimas contra isso, digo choro as lágrimas por que preciso coloca-las para fora uma hora ou outra, e prefiro que elas se gastem com o que é menos poético em seu corpo; seus pés.
Sempre tive algo contra pés, mas não me entendam mal, tem a ver com eles viverem escondidos, esconderijos me deprimem, fazem com que eu queira me esconder em mim mesma, como um casulo que precisa ser destruído.
Os pés dela são como sapatilhas, é como se estivesse incrustado nela, e mesmo descalça ela pareça elegante.  Mas não gosto que ela ande descalça, preciso protege-la, e como já disse, seus pés são delicados, precisam de cuidados.
São a base dela, por isso é o que há de menos poético nela, bases são insignificantes quando se tem alguém ao seu lado. Ela está em um pedestal, não precisa dos pés, não precisa de base.
É ironia ser o que mais me anima de  descrever em seu corpo, os pés são diferentes do normal, e seria intolerável de minha parte querer escrever sobre o resto do seu corpo.
Pensei em parafrasear um pouco sobre seu busto, mas o cabelo bege triste sempre anda por ali, quer mostrar seu poder, ele me distrai. De sua barriga flui energia como se fosse um trem sem direção, seria maldade tentar entender seu grande poder sobre mim.
A virilha até me passou pela cabeça, mas quem sou eu? Difícil demais para minha pouca idade, existe muita sensualidade para que eu queira mostrar sem sentir.
Seu corpo é poético, e por todos os seus poros flui energia, ele é um trem, um trem sem direção, bege amarelado.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Minha marca é rimar, é tropeçar

Dois fatos que você deve ter em mente antes de ler esse texto inteiro; 1º: eu não sou normal 2º: eu tento.

Minha marca é poder dizer não quando ouço milhões de vozes dizendo sim, minha marca é poder soltar meu corpo e girar na chuva. Minha marca é conseguir sorrir quando a tristeza avança, amargurando meu coração. Minha marca é, às vezes sem querer, passar uma ideia a diante. Minha marca é me sentir mal ao escrever ideia sem acento.
Minha marca é esquecer de colocar uma música para tocar quando estou no computador, é ler mil vezes a mesma frase de um livro para entende-la totalmente, ou ler um livro em um dia achando que abalei. 
Minha marca é gostar de ler Clarice Lispector antes das oito da manhã, ou colocar a cabeça pra fora da janela para arejar as ideias. Minha marca é perder o celular uma vez por semana, tropeçar de dez em dez passos e fingir que é normal, mesmo me sentindo mal.
Minha marca é rimar, mesmo odiando. Minha marca é não achar uma palavra que se encaixasse perfeitamente depois de odiando, é achar que a frase ficou incompleta, é querer deletar o texto inteiro.
Minha marca é a imperfeição mais agressiva. E é um agressivo tão desajeitado... 
Minha marca é não chorar, minha marca é chorar, minha marca é me contradizer, me maldizer, me auto-flagelar.
Minha marca para mim é inexistente se comparada a de outros. Para minha mãe é mais importante que todos esses outros. Mas e quando ela se for, quem lembrará?

Minha mão, :B

Nada de café, mas com pretensão de maré.

Cubro meu rosto com suas agressivas digitais. Eu falo isso por que pego a sua mão, e faço com que ela toque minha face, por que eu quero isso. Por que desejo seu toque. Te traio com palavras, elas que me acompanham sempre, fazem com que eu não enxergue você. E quando te enxergo me sinto mal por não te ter.
Leio um livro devagar, degustando cada palavra, cada frase, não tenho a hora certa de parar, ninguém me espera terminar. Nem café me mantém acordada, prefiro dormir para esquecer você, suas digitais foram fracas, e se apagaram de minha pele com o vento.
Quanta ingenuidade, eu sorrindo ao sonhar com sua mão, o que faria se tudo fosse real então? Presumo que não irá ser real, então mantenho minha palavra de que desejo seu toque, mesmo te traindo com palavras.
Pressinto uma maré boa vindo em minha direção. Deixo o sol se por mais uma vez, ele não morre, não nasce, apenas quer dar mais uma volta, mais um giro na terra, e pode ser o último, deixe-o aproveitar... Aceite-o.

Foto por mim, na foto: Brendha D.R.

O amor é uma memória
E nestes últimos dias, quando a iniquidade arde,
O amor verdadeiro fala.
(Tradução de True Love - S.O.J.A.)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Personalidade: Helena Bonham Carter

Helena Bonham Carter

Helena Bonham Carter é uma atriz britânica que teve sempre primeiro papel em um comercial para a televisão. Em 1979 ela ganhou o concurso nacional de escrita e usou o dinheiro para pagar seu ingresso ao diretório de atores.
Seu primeiro papel cinematográfico como protagonista foi em "Lady Jane". Ao interpretar Lucy Honeychurch em "Uma Janela para o Amor" teve seu primeiro papel de peso. Esteve presente também em "Planeta dos Macacos", "Alice no país das Maravilhas", "Harry Potter e a ordem da Fênix", "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", e "Harry Potter e as Relíquias da Morte parte I", entre outros.
Acho incrível a interpretação dela, ela é contemporânea, é esperta, é diferente, e uma atriz talentosa. Faz tanto a boa quanto a má.


Helena em Alice no País das Maravilhas

Helena em Planeta dos Macacos
Helena é casada com Tim Burton, conheceu ele em 2001 quando faziam o filme "Planeta dos Macacos", Tim Burton é diretor, e desde lá eles trabalharam muitas vezes juntos, como em "A Fantástica Fábrica de Chocolate", "A Noiva Cadáver", "Alice no País das Maravilhas", "Sweeney Todd", entre outros.
Em muitos desses filmes há participação de Johnny Depp, Tim Burton e ele adoram trabalhar juntos, é fato, dá pra fazer um lista de todos os seus projetos juntos.

Tim Burton e Helena Bonham Carter

Johnny Depp Helena B.C. e Tim Burton
Helena e Tim tiveram dois filhos; Nell e Billy Burton, imagino como deve ser a criação dos dois, Billy diz: "Acabei de ver mamãe matar o Sirius Black". Brincadeiras a parte, Helena tem cara de ser bem boazinha quando quer.

Billy Burton, Helena B.C., Tim Burton
 e Nell Burton

Admiro ela pela sua atuação que eu considero perfeita e digna de ser comentada aqui, conheci ela em Harry Potter e desde lá me apaixonei, viva a Helena, e que venham muitos filmes com cenas fortes e malévolas se for o caso, amo um draminha.


Helena em Uma Jalena para o Amor

A Fantástica Fábrica de Chocolate

Sweeney Todd, Johnny Depp e Helena.

Helena em HP e a Ordem da Fênix

Para mim ela tem personalidade. E que continue fazendo sucesso e mais filmes para mim admira-la.

Helena Bonham Carter

Se quer ver mais personalidade clique aqui
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